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MT participa do 79° encontro nacional de corregedores

19/10/2018

A corregedora-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, participa da 79ª edição do Encontro do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge), de 18 a 20 de outubro, em Natal (RN). O evento tem como tema “A Corregedoria como instrumento de gestão do Poder Judiciário” e reúne os corregedores de todo o país com o intuito de fortalecer o trabalho do Poder Judiciário e promover a troca de experiências adotadas em cada estado.

Com foco em melhorar a prestação do serviço ao cidadão e promover uma Justiça cada vez mais forte para atender as demandas da sociedade, o encontro foi aberto na noite de quinta-feira (18). O presidente do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (CCOGE), desembargador José Aurélio da Cruz (TJPB), lembrou que o encontro é sempre uma oportunidade para dividir práticas positivas em desenvolvimento na Justiça brasileira. “As Corregedorias são verdadeiros centros de inteligência do Poder Judiciário, indo além da orientação e fiscalização, atuação do seu dia a dia”, destacou. 

Para o presidente do Tribunal de Justiça potiguar, desembargador Expedito Ferreira, o Encoge “vai levantar experiências e resultados como forma de aprendizado”, além de trazer outra conquista: o fortalecimento do Poder Judiciário brasileiro. “As corregedorias desempenham papel decisivo neste quesito”, ressaltou. Já a anfitriã do encontro, desembargadora corregedora Zeneide Bezerra, enfatizou a satisfação por sediar o evento. 

A comitiva da Corregedoria mato-grossense é composta ainda pelos juízes auxiliares Aristeu Dias Batista Vilella e Jaqueline Cherulli, pela coordenadora da Secretaria da CGJ-MT, Karine Lozich Dias, pela assessora militar tenente-coronel Jane de Sousa Melo, e pela coordenadora de gabinete Rosângela Lúcia Romero de Oliveira .

Judiciário mais forte – Durante cerimônia de abertura do 79º Encoge, o corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, falou sobre a importância da criação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o ministro, o órgão possibilitou que fosse desenvolvido um planejamento estratégico do Judiciário nas suas diversas instâncias, e o estabelecimento de metas aos tribunais, aos magistrados e aos serviços notariais e de registro. “Muitos fatores críticos ao funcionamento do Poder Judiciário estão ligados a aspectos relativos à gestão e, a partir da criação do CNJ e da implementação da sua política administrativa de gestão unificadora, há promissoras evidências de incremento na atuação do Judiciário como um todo, embora ainda passível de melhoras em diversos setores”, frisou. 

Ainda na visão do corregedor nacional, buscar uma padronização dos serviços prestados pelo Judiciário deve ser o objetivo principal a ser perseguido pelas corregedorias. “O cidadão comum não entende, com razão, como um setor funciona bem e outro, bem próximo, é deficiente”, disse o ministro. Para encerrar, Humberto Martins destacou o papel das corregedorias como importantes interlocutoras entre o CNJ e os magistrados na busca de uma gestão uniformizada.

“Esse é e será nosso compromisso à frente da Corregedoria Nacional de Justiça e é o que espero de todas as demais Corregedorias nos seus atos de gestão, como tenho dito: com sabedoria, prudência e muita dedicação, buscando o diálogo com a magistratura nacional, valorizando sempre a atuação dos magistrados, que desempenham papel relevante para o exercício da democracia e o alcance da paz social tão desejada pela sociedade brasileira. Judiciário forte, cidadania respeitada”, finalizou.

Para mais informações, acesse o site o evento aqui


Ana Luíza Anache (com informações do CNJ e do TJRN) 
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
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