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Cinco Varas e Diretoria são correicionadas na comarca de Rondonópolis

16/10/2018

Começou esta semana a correição na comarca de Rondonópolis (a 212km de Cuiabá), a penúltima a receber as equipes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) no biênio 2017/2018. “Estamos chegando ao fim da atual gestão com o sentimento de missão cumprida. Desde o princípio estivemos focados na melhoria dos serviços prestados e na efetividade da jurisdição. Todos os projetos e atividades desenvolvidos, inclusive as correições e inspeções nas 79 comarcas, tiveram esse objetivo”, contou a desembargadora corregedora Maria Aparecida Ribeiro. 

De acordo com a Portaria nº 76/2018, três equipes atuarão na correição em Rondonópolis e em Pedra Preta, nos dias 15 e 16, e de 22 a 26 de outubro. O trabalho começou pela comarca sede do polo VII. A equipe do juiz auxiliar Aristeu Dias Batista Vilella ficou responsável pelas 1ª e 2ª varas criminais, enquanto o grupo da juíza Jaqueline Cherulli correicionou a 3ª e a 5ª Vara Criminal, e da juíza Ana Cristina Silva Mendes atuou na Diretoria do Fórum e na Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. 

No decorrer da próxima semana as equipes correicionarão a 4ª Vara Criminal, varas cíveis, varas especializadas e os juizados especiais de Rondonópolis, além da Vara Única da comarca de Pedra Preta (a 238km da capital). O propósito é averiguar a regularidade dos serviços administrativos e judiciários executados, além de orientar os servidores para uma melhor organização das rotinas visando celeridade e impulsionamento de processos. 

São examinados processos - prioritariamente os de metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e os paralisados há mais de 100 dias - e tudo mais que se relacionar ao expediente forense. Além da vistoria processual, a correição implica na identificação de magistrados e servidores, verificação do espaço físico, equipamentos, recursos humanos, avaliação gerencial, levantamento de informações da secretaria judicial e de correições anteriores, e apontamento pontos fortes e fracos. 

As atividades prosseguem regularmente nas comarcas, inclusive com manutenção da pauta de audiências, dos prazos e do atendimento às partes e aos procuradores. No término dos trabalhos os magistrados recebem um relatório detalhado da correição. Para cada apontamento é estabelecido uma recomendação e um prazo para cumprimento, quando necessário. 


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Ana Luíza Anache
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
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